Quarta-feira, 29.06.11

O Tribunal de Contas Europeu (TCE) recomenda à Comissão Europeia que proceda a diversas alterações no Regime de Pagamento Único da política agrícola comum, depois de ter constatado «vários aspetos questionáveis» no primeiro exame que fez a este mecanismo.

 

O TCE, órgão presidido pelo juiz português Vítor Caldeira, publicou hoje o primeiro relatório sobre o Regime de Pagamento Único, o principal mecanismo de apoio financeiro para os agricultores europeus, atualmente aplicado em 17 dos 27 Estados-membros da União Europeia, entre os quais Portugal.

De acordo com o Tribunal de Contas, a conclusão geral da auditoria é que a execução do regime deu origem a vários aspetos questionáveis, a começar pela definição dos beneficiários, aplicada de uma forma que permite a pessoas ou entidades que não exercem uma atividade agrícola, ou exercem apenas uma atividade agrícola marginal, beneficiarem dos pagamentos do RPU.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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Terça-feira, 28.06.11

O presidente da Confederação de Agricultores incitou hoje os produtores a candidatarem-se a tempo às ajudas comunitárias por causa dos estragos provocados pela bactéria E.coli, remetendo para depois a avaliação sobre a necessidade de mais apoios.

"O que é importante agora é que os produtores portugueses se candidatem às ajudas, têm até ao final do mês para o fazer. Depois veremos se esta verba é suficiente para todos os produtores", afirmou à Lusa João Machado.

"É absolutamente necessário que a União Europeia indemnize os produtores portugueses uma vez que não tiveram qualquer responsabilidade naquilo que ocorreu e os produtos portugueses sempre foram seguros e de qualidade", defendeu, lembrando que a União Europeia (UE) "deixou entreaberta uma porta para reforçar a verba".

Os 27 Estados-membros da UE estão hoje reunidos em Bruxelas numa reunião dos ministros da Agricultura e Pescas dominada por uma discussão sobre os apoios aos produtores afetados pela bactéria E.coli.

Na reunião será discutida a ajuda de 210 milhões de euros aos produtores hortícolas afetados pelo surto de E. coli, considerada escassa por países como Portugal e Espanha e amplamente suficiente pelos países menos afetados, como os nórdicos.

A Comissão Europeia parece disposta a aceitar apoios suplementares aos produtores que apresentem a documentação necessária para comprovar o volume da sua produção e o valor das suas perdas.

Os ministros europeus também irão dar a sua opinião sobre uma proposta polémica da Comissão Europeia que defende a utilização de um novo método na fixação dos limites anuais autorizados de pesca, nomeadamente através da redução em 25 por cento dos níveis permitidos de captura sempre que os dados científicos sejam insuficientes.

Na sua estreia, a nova ministra da Agricultura, Assunção Cristas, definiu como prioridade a reestruturação dos serviços que tutela de forma a minimizar as devoluções a Bruxelas, através do pagamento de multas, de dinheiros destinados aos agricultores portugueses.

fonte:http://www.dn.pt/

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Assunção Cristas congratulou-se hoje, no Luxemburgo, pela decisão da Comissão Europeia em aumentar as verbas anuais de promoção dos produtos hortícolas nos 27 de 10 para 15 milhões de euros.

"Houve avanços que penso que são significativos", considerou Assunção Cristas à margem de uma reunião dos ministros da Agricultura da União Europeia.

Para a responsável portuguesa a decisão vai permitir promover a compra dos produtos hortícolas e restabelecer a confiança nos mercados e o rendimento dos produtores afectados pela baixa do consumo provocada pela bactéria E. coli.

A Comissão Europeia anunciou um aumento do orçamento do programa de informação e promoção dos produtos hortícolas nos próximos três anos de 10 para 15 milhões de euros por ano.

Por outro lado, Bruxelas ficou de dar uma resposta aos pedidos feitos por vários Estados-membros, entre os quais Portugal, no sentido de apoiar os agricultores que venderam hortícolas a um preço muito baixo já depois de aprovado, a 17 de Junho, o regulamento de ajuda aos produtores afectados pela bactéria E. coli.

"Alertámos para essa situação" e agora "veremos o que a Comissão pode fazer nesse sentido", disse a responsável pela agricultura portuguesa.

A ajuda aprovada na semana passada de 210 milhões de euros aos produtores hortícolas europeus afectados pelo surto de E. coli é considerada escassa por países como Portugal e Espanha e amplamente suficiente pelos países menos afectados, como os nórdicos.

fonte:http://www.dn.pt/

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Segunda-feira, 27.06.11

Concebida no início do século XX pelo alemão Rudolf Steiner, e difundida, desde então, um pouco por todo o Mundo, a agricultura biodinâmica começa a ganhar adeptos em Portugal.

Tendo por princípio uma conceção da natureza como parte do Universo, dependente, por isso, das constelações, do sistema solar e das fases lunares, a agricultura biodinâmica está na origem da agricultura biológica, que acabou por adotar os processos que recusam o uso de químicos.

“Atualmente há dois motivos pelos quais as pessoas se convertem à biodinâmica. Uns por ideal de proteção, de cuidado e mesmo cura da Terra. Outros por fins comerciais, porque há um mercado que procura mais produtos Demeter”, a organização internacional que certifica esta prática agrícola, disse à agência Lusa o, para já, único consultor da instituição em Portugal.

João Castella é o responsável pela certificação, desde 2006, de quatro produtores em Portugal, essencialmente de azeite, vinho e sumo de uva, e tem em vias mais três certificações.

Uma delas, de fruta, começa a dar os primeiros passos num terreno que partilha com uma amiga na zona de Tomar, e que está a preparar desde janeiro, para fazer a plantação no próximo inverno. As outras são de explorações de hortícolas, em Alpiarça, e vinho.

A qualidade e o sabor dos produtos biodinâmicos tem vindo a ganhar adeptos – “os vinhos, por exemplo, são muito premiados” -, pelo que há produtores a pedirem o caderno de encargos da Demeter e a converterem as suas explorações, não por serem seguidores da filosofia que está por detrás dos princípios da biodinâmica – a Antroposofia -, mas porque constatam os resultados da prática, afirmou.

Entre as explorações que seguem este método em Portugal encontram-se duas produtoras de azeite, uma de sumo de uva e outra de vinhos, que optou não pela certificação Demeter mas pela inclusão no grupo de opinião mundial “Renaissance des Apellations”, que, disse, tem critérios “ainda mais exigentes”. 

No terreno que prepara para receber o pomar biodinâmico, João Castella está a fazer os compostos orgânicos que vão “desbloquear” e repor o equilíbrio do solo, “preparados” que incluem extratos de plantas, bosta de vaca e minerais, como cristais de quartzo.

“A natureza é um todo. Estas plantas não crescem aqui por acaso. Se aqui estão é porque têm uma função. Há um conjunto de forças a atuar nesta terra que é preciso conhecer e respeitar”, disse.

É assim que, em biodinâmica, a preocupação é “ir às origens”, para, por exemplo, corrigir os desequilíbrios que levam ao aparecimento de pragas, exemplificou.

“Na biodinâmica há a consciência de que nada surge por acaso e que a natureza não cria só para se divertir. Há sempre uma razão por detrás do aparecimento de qualquer espécie viva ou de qualquer problema e essa razão são forças invisíveis, mas que existem e se manifestam desta maneira”, afirmou. 

João Castella adaptou para Portugal o caderno lunar desenvolvido por uma seguidora de Steiner, Maria Thun, que ao longo de 60 anos de experimentação reuniu informação sobre os melhores dias para cada prática agrícola, de acordo com as fases lunares e os astros.

“Hoje, por exemplo, é um dia bom para qualquer planta de que vamos tirar frutos, porque todas as influências cósmicas – no fundo o que dá qualidade aos produtos – nestes dias estão a incidir na formação da fruta. Fazendo os trabalhos nestes dias estamos a facilitar a vida à natureza. Fazendo noutro estamos a criar barreiras, a dificultar o seu desenvolvimento”, disse.

João Castella sublinha que esta prática agrícola “não é muito cara”, mas “dá muito trabalho, exige muito esforço pessoal, muito empenho”.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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O deputado que protagonizou o episódio do Queijo Limiano vai integrar a equipa de Assunção Cristas, avança o jornal i.

Daniel Campelo vai integrar a equipa de secretários de Estado do novo Governo. O antigo deputado vai assumir funções de secretário de Estado da Agricultura, uma das pastas governativas que ficou nas mãos do CDS/PP.

Campelo causou polémica quando em 2000 fez uma greve de fome no Parlamento em protesto contra a transferência da produção do queijo Limiano para fora do concelho de Ponte de Lima. Mais tarde viabilizou um Orçamento de Estado de António Guterres que ficou mesmo conhecido por "Orçamento do Queixo Limiano".

A nova equipa de secretários de Estado toma posse amanhã.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Quarta-feira, 22.06.11

Os produtores de batata do distrito de Aveiro afirmaram hoje estar revoltados com os preços «miseráveis» pagos na produção e defendem um escoamento organizado a preços compensadores.

Segundo Albino Silva, presidente da Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA), o preço do quilo de batata pago ao produtor é, actualmente, de 11 cêntimos para a vermelha e 10 cêntimos para a branca.

«É um valor muito mais baixo do que foi pago no ano passado. São preços que não pagam os custos de produção, nem sequer o próprio trabalho», adiantou o presidente da ALDA.

Durante uma conferência de imprensa realizada hoje na Junta de Freguesia do Troviscal, Oliveira do Bairro, os produtores reclamaram a intervenção do Ministério da Agricultura, para que sejam tomadas medidas para ajudar o sector.

«Queremos que se faça um levantamento de todas as áreas da produção de batata e o escoamento organizado a preços compensadores», disse Albino Silva, que defende um preço indicativo de 20 cêntimos para a batata vermelha e 15 cêntimos para a branca.

«Só assim é possível a agricultura sobreviver. De outra forma é revoltante esta situação», acrescentou.

Os produtores defendem ainda que a batata devia ser escoada em primeiro lugar pelas grandes superfícies, sustentando que não há necessidade de se estar a importar batata.

«Tanta batata que estamos aqui a tirar e tanta batata que temos ainda por escoar e estamos neste momento a importar toneladas de batata. O governo tem de pôr mãos às importações e à especulação dos preços, porque os consumidores também são vitimas dos altos preços pagos nas grandes superfícies», referiu Albino Silva.

O presidente da ALDA aproveitou ainda a oportunidade para desejar à nova ministra da Agricultura, Assunção Cristas, «um bom trabalho em defesa dos agricultores e da pequena e média agricultura familiar portuguesa e que tenha em conta as reivindicações da Confederação Nacional da Agricultura».

fonte:Lusa/SOL

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Terça-feira, 21.06.11

A Companhia das Lezírias teve em 2010 um resultado líquido de 510.355 euros, quase duplicando o valor de 2009 e quadruplicou os resultados correntes, que passaram de 175.000 para 733.000 euros.

No relatório e contas de 2010, a sociedade afirma esperar que o investimento realizado nas principais actividades operacionais e na modernização e maior eficiência da organização dará "os frutos esperados, logo que a conjuntura seja mais favorável".

De acordo com o documento, a cortiça continua a ter "um impacto decisivo" nos resultados correntes da sociedade, tendo a produção quase duplicado em 2010 (41.368 arrobas contra as perto de 25.000 de 2009), o que correspondeu a um encaixe de 755.000 euros (mais 46.000 a faturar em 2011).

Em 2010, a empresa, que ocupa mais de 18.000 hectares, a maioria inseridos na Reserva Natural do Estuário do Tejo e na Zona de Proteção Especial, investiu 673.000 euros, aquém dos 3,8 milhões de euros previstos.

Esta situação é atribuída a "dificuldades burocráticas" que obrigam a protelar para 2011 o investimento na segunda fase da modernização da adega e a reanalisar, por dificuldades de abastecimento de matéria prima, o projeto para transformação de biomassa em pellets e em energia elétrica, com apoios aprovados pelo Proder.

Para 2011, a CL orçamentou 3,2 milhões de euros de investimento, para projetos como o alargamento da área de produção direta de arroz em mais 300 hectares e reafirmação no mercado da carne produzida com a marca da empresa.

A CL espera ainda começar a capitalizar da certificação da produção florestal sustentável, nomeadamente no preço da cortiça, e tirar partido da nova região demarcada Tejo na reorganização da política produtiva e comercial da oferta de vinhos.

A Companhia das Lezírias é liderada desde há um ano por António de Sousa, doutorado em gestão e docente da Universidade de Évora, por nomeação do anterior ministro da Agricultura, António Serrano, para substituir Vítor Barros.

Nacionalizada em 1975, a CL foi transformada em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos em 1989, empregando um total de 97 funcionários, 77 deles efetivos.

fonte:Lusa/fim

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Segunda-feira, 20.06.11

Descritos como disponíveis, experientes e competentes, os tailandeses são as mais recentes 'estrelas' dos campos agrícolas alentejanos e aproveitam a preferência para realizar sonhos no país natal.

Ema Oliveira, directora de Recursos Humanos da Camposol II, empresa do sector agrícola instalada na Herdade dos Nascedios, em Vila Nova de Milfontes, concelho de Odemira, diz ser «difícil» encontrar portugueses que queiram trabalhar no campo, pois estes «preferem trabalhar os meses de verão no turismo», além das dificuldades colocadas por as pessoas viverem dispersas em relação à empresa, o que obriga a uma grande organização para transportá-las.

Implantada no litoral alentejano desde 1993, devido ao clima, ao tipo de solo e à disponibilidade de água, a empresa conheceu, há cerca de 10 anos, um grande crescimento, tendo começado a sentir dificuldade em conseguir mão-de-obra nacional.

Nessa altura, recorreram à contratação de trabalhadores da Europa de Leste, sendo que quatro desses homens permanecem na empresa praticamente desde então, como é o caso de Igor Gorbunov, 41 anos, russo, engenheiro aeronáutico, que defende que, com dois filhos para criar, «todos os trabalhos são iguais».

Em Dezembro do ano passado, a empresa contratou 15 tailandeses, por ter tido boas referências destes trabalhadores por parte de empresas da região.

De acordo com Ema Oliveira, as expectativas confirmaram-se, pois os tailandeses são «disponíveis e têm muita força de vontade para trabalhar», apresentando «vantagens» em relação aos trabalhadores de Leste, como a «humildade».

Além disso, «estão habituados a trabalho de campo», acrescentando que, por vezes, algumas das pessoas que contrata «não têm noção» do que é trabalhar na agricultura, aparecendo «de havaianas» ou não se lembrando de levar água e lanche, por exemplo.

Lénia Matias, chefe da equipa onde os tailandeses estão integrados, confirma que estes são «pessoas calmas», que entendem o que lhes é explicado «logo à primeira», embora tenha de ser através de linguagem gestual.

A dificuldade de comunicação é sentida quando se tenta fazer algumas perguntas a Phongthep Chamraksa, 30 anos, mas recorrendo a gestos e palavras escritas na terra fértil, enquanto ata mais um molho de salsa de raiz acabada de colher, o homem explica que está há cerca de um ano em Portugal e que está a gostar.

Produzindo 150 hectares de relva e 400 hectares de hortícolas, como espinafres, rabanetes, nabos, cenouras, abóbora e salsa de raiz, essencialmente para exportação, a Camposol paga aos seus trabalhadores agrícolas 500 euros mensais e subsídio de alimentação. Com as horas extraordinárias, podem ganhar até 900 euros por mês, além de um prémio de produtividade.

É também a empresa que disponibiliza o transporte, o alojamento e ajuda os mais inexperientes nas idas ao supermercado, ao correio e ao banco.

As burocracias relacionadas com a inspecção do trabalho e a renovação de vistos ficam a cargo da empresa de recrutamento com a qual trabalham.

Rute Silva, directora de recursos humanos da recém-criada filial da empresa de recrutamento tailandesa May Day Placement Co. Ltd, explica que uma das grandes vantagens dos trabalhadores tailandeses em relação aos portugueses ou outros europeus tem que ver com o «gosto» pela agricultura.

Têm também uma produtividade 20 a 30 por cento acima dos outros trabalhadores, por manterem o mesmo ritmo durante todo o dia, mas ficam em Portugal apenas o tempo suficiente para conseguirem «realizar os seus sonhos» na Tailândia, como «comprar casa».

fonte:http://sol.sapo.pt/

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Sábado, 18.06.11

Assunção Cristas assume a pasta da Agricultura aos 36 anos de idade.

Mãe de três filhos e católica praticante, a nova ministra é doutorada em Direito Privado e professora na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa. Na última legislatura, foi a deputada-surpresa que Paulo Portas apresentou no Parlamento e distinguiu-se desde logo pela postura interventiva.

É militante do CDS desde 2007 e já disse que não foi ela a chegar à política, mas a política que chegou a si. Já passava da meia-noite quando Paulo Portas lhe enviou uma mensagem a elogiar a sua prestação no programa da RTP1 "Prós e Contras" sobre o referendo à interrupção voluntária da gravidez - Assunção Cristas estava muito envolvida na campanha pelo "Não".

O resultado foi um convite para integrar a comissão política nacional do CDS assim que Portas regressou à liderança. Na última legislatura fez parte das comissões parlamentares de Orçamento e Finanças, Assuntos Constitucionais e Agricultura.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Sexta-feira, 17.06.11

Politicas de Publicidade e Privacidade do blog – “Agricultura”, no endereço “http://agriculturapt.blogs.sapo.pt/”

 

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