Sexta-feira, 30.09.11

O plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (28), o Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, instituído pelo Projeto de Lei de Conversão 24/11. A ação, que integra o Plano Brasil Sem Miséria, transfere a agricultores familiares em extrema pobreza recursos não reembolsáveis no montante de R$ 2,4 mil para promoção da segurança alimentar e o acesso a mercados privados e institucionais e estimular atividades produtivas sustentáveis.

Cada família de agricultores receberá o valor em, no mínimo, três parcelas durante dois anos, a partir da elaboração, em conjunto com técnicos da extensão rural, de um projeto de estruturação produtiva e da assinatura de um termo de adesão ao programa. Os recursos permitirão que o agricultor compre insumos e equipamentos e melhore as condições de sua produção de alimentos, entre outras atividades produtivas para ampliar a renda e o bem-estar da família.

Podem receber o fomento agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais. Os agricultores familiares do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais receberão Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) já publicou três chamadas públicas de Ater para atender a 27 mil famílias no âmbito do Plano Brasil Sem Miséria, grande parte dela moradoras do Semiárido. As visitas dos técnicos às famílias começaram agora em setembro.

Além disso, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vai fornecer sementes de hortaliças, feijão e milho, adaptadas às características regionais. Os agricultores familiares pobres estão sendo beneficiados pelos importantes avanços e resultados da pesquisa agropecuária brasileira. Para essa ação, foi assinada cooperação técnica entre o MDS, o MDA e a Embrapa. 

fonte:http://www.ogirassol.com.br/
  

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A imunização contra a febre aftosa terá início de acordo com o calendário oficial e, portanto, deve começar dia 1º de novembro. A decisão é do Departamento de Sáude Animal, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e foi tomada após ter sido cogitada a possibilidade de antecipar a vacinação para outubro, nos 15 quilômetros da linha internacional entre o Mato Grosso do Sul e o Paraguai.

Em nota técnica foi divulgado que apenas os casos específicos sejam vacinados, e que não há razões para que se justifique a alteração do cronograma nacional de vacinação contra a febre aftosa em MS.

De acordo com a nota, o governo tem realizado várias medidas para impedir a entrada do vírus desde que foi notificado o foco no Paraguai. Uma delas é a proibição da importação de animais e produtos que representem risco.

fonte:http://www.acritica.net/

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O ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, Pitra Neto, exortou ontem, em Luanda, os jovens desempregados a interessarem-se mais por sectores reais da economia, como a agricultura, indústria e geologia e minas, na hora de procurarem um emprego. Pitra Neto, que falava no acto de apresentação de 50 novos inspectores de trabalho da província de Luanda, disse que o Executivo tem estado a implementar políticas no sentido de criar mais postos de trabalho nos sectores da economia, nomeadamente na agricultura, indústria, geologia e minas.
“Os jovens devem interessar-se mais por estas áreas produtivas, como a agricultura, indústria e geologia e minas, pois tem estado a criar-se muitos postos de trabalho para as pessoas. Estes sectores já têm sido visados nas políticas públicas para a criação de emprego”, esclareceu. Pitra Neto considerou que a formação de novos inspectores representa a importância que o Executivo está a dar à Inspecção-Geral do Trabalho, no sentido de haver harmonia e paz social nas relações jurídicas e laborais. Os novos inspectores de trabalho, defendeu, devem dar o seu melhor para que a lei seja conhecida, melhor cumprida e acatada por todos. “O acto que testemunhámos é a concretização do esforço do Executivo em tornar as instituições públicas cada vez mais à altura de cumprirem as missões para as quais foram criadas”, considerou o ministro.

fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao/

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Agricultores protestaram nessa quinta (29) contra a possibilidade de criação de mais uma reserva indígena em Chapecó. A disputa foi discutida na reunião promovida na cidade pela Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc).

Neste ano, um grupo indígena entrou numa propriedade no Distrito de Marechal Bormann, em Chapecó, em busca de terras onde pudessem se instalar.

Em 2007, o Ministério da Justiça criou de Araçaí, entre Saudades e Cunha Porã, e ampliou as aldeias de Imbu (Abelardo Luz), Pinhal (Seara), e Xapecó (Ipuaçu e Entre Rios).

O vice-presidente da Confederação Nacional de Agricultura, Fábio Meirelles Filho, disse que a entidade quer que seja regulamentadas como áreas tradicionais indígenas apenas as que tinham presença comprovada desta população em 1988.

- Queremos um marco temporal da Constituição - explicou.

Meirelles avaliou que a Fundação Nacional do Índio (Funai) tem muito poder para definir as áreas, já que conduz todo o processo de identificação, estudos e demarcação.

O administrador da regional da Funai em Chapecó, Pedro Possamai, disse que o papel do órgão é articular as políticas públicas para defender os interesses dos indígenas.

Ele defende uma solução que garanta também o direito dos pequenos agricultores. Sobre o distrito de Marechal Bormann, Possamai explicou que a Funai vai contratar especialistas para ver se a reivindicação da área tem justificativas históricas.

fonte:http://www.economiasc.com.br/

 

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Quinta-feira, 29.09.11

O Ministério da Agricultura desconhece qualquer situação em Portugal similar àquela ocorrida nos EUA, onde pelo menos 13 pessoas morreram depois de ingerirem melões infetados com listeriose.

"Não temos conhecimento em Portugal de qualquer situação que se assemelhe  ao que aconteceu nos EUA", disse hoje à agência Lusa fonte do Ministério  liderado por Assunção Cristas. 

Portugal não importa melões dos EUA, acrescentou a fonte. 

Pelo menos 13 pessoas morreram nos Estados Unidos por comerem melões  infetados com listeriose provenientes do estado do Colorado, informaram  na quarta-feira as autoridades norte-americanas, naquele que é considerado  o surto mais letal da última década.  

O Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla inglesa)  confirmou que, além das mortes, estão doentes 72 pessoas. 

Segundo o CDC, dos 13 mortos confirmados, quatro eram do estado do Novo  México, dois do Texas, dois do Colorado e um do Maryland, Oklahoma, Kansas,  Nebraska e Missouri. 

A maioria das vítimas tinha mais de 60 anos e, pelo menos duas, mais de 90 anos. 

fonte:Lusa

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Quarta-feira, 28.09.11

A ministra da Agricultura e Ambiente, Assunção Cristas, admitiu ontem no Parlamento um aumento no preço da água, devido à privatização da Águas de Portugal. A oposição contestou a privatização, defendendo que se trata de uma medica inconstitucional. Assunção Cristas assegurou, no entanto, que a empresa vai mesmo ser privatizada.

No mesmo dia, o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, garantiu que o preço da eletricidade não vai aumentar 30 por cento. “Quando chegámos ao Governo, estava projetada uma subida de eletricidade de 30% para os consumidores e 55% para as empresas. Temos estado a trabalhar com muito empenho para que tal não aconteça”, assegurou. Os aumentos vão ser anunciados a 15 de outubro, mas o “ajustamento será muitíssimo menor que esses 30%”, sublinhou o ministro.

fonte:http://www.record.xl.pt/

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Terça-feira, 27.09.11

O secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, criticou hoje a evolução "tardia" e "inconstante" do PRODER e salientou que o ritmo dos pagamentos ficou aquém da aprovação das candidaturas que ronda actualmente 89%.

O secretário de Estado, que foi ouvido na Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar, a propósito do PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural) e da reforma da Política Agrícola Comum (PAC), destacou que a evolução do PRODER foi "tardia" e inconstante", porque apesar de ter começado em 2007, só em 2009 é que o programa arrancou.

"Na prática, os agricultores não puderam beneficiar de apoios durante um longo período", afirmou José Diogo Albuquerque, acrescentando que a execução do PRODER acelerou significativamente em 2010, atingindo actualmente uma taxa de compromisso de 89% (correspondente aos projectos aprovados), mas faltou o dinheiro para pagar aos agricultores.

"Deparámo-nos com um programa com um alto nível de compromissos recentes que não foi acompanhado pelo devido financiamento", adiantou. A taxa de execução (pagamentos) situa-se nos 36%.

Segundo o governante, a dívida aos agricultores totalizava 100 milhões de euros em Julho e situa-se agora nos 29 milhões de euros.

Os deputados questionaram José Diogo Albuquerque sobre as garantias do Governo de que não terão de ser devolvidos fundos comunitários, mas a resposta não foi esclarecedora.

Para que Portugal não tenha de devolver dinheiro a Bruxelas tem de garantir que é paga a contrapartida nacional de 153 milhões de euros (verba inscrita no PIDDAC), mas falta ainda assegurar 40 milhões de euros.

"Vamos tentar encontra-lo, procurando montantes e verbas que não foram usados".

 O secretário de Estado quer mudar o nome ao PRODER quando o próximo programa entrar em vigor (2014), porque "criou uma psicose aos agricultores" e disse à Lusa que será feito um esforço de simplificação.

"Queremos um programa simples, pelo nome e pelas medidas, mais transparente e focado numa estratégia para o sector", declarou.

Os apoios vão estar também mais orientados para a produção organizada.

Na reprogramação do PRODER, que será feita no próximo ano, serão mais apoiadas as medidas que tiveram mais sucesso em detrimento das que registaram uma fraca adesão, mas não se sabe ainda qual será o montante do investimento público.

"Queríamos trabalhar com 150 milhões de euros, mas atendendo aos cortes que há em todas as áreas, também deverá acontecer o mesmo com a Agricultura", afirmou o secretário de Estado, sem adiantar valores.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Segunda-feira, 26.09.11

Estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (FAO-OCDE) aponta que o Brasil deverá aumentar em 40% a produção agrícola até 2019, superando com grande margem países como Ucrânia (29%), Rússia (26%), China (26%), Índia (21%), Austrália (17%), Estados Unidos e Canadá (10 a 15%). Para que essa projeção se concretize, porém, o país deverá avançar no uso de insumos agrícolas.

Hoje o Brasil é o quarto maior consumidor de fertilizantes. O consumo, em 2010, foi de 24,6 milhões de toneladas, o equivalente a 6% do mercado mundial, atrás dos EUA (12%), Índia (16%) e China (30%). Esse volume ainda é baixo diante do potencial do mercado brasileiro e dos desafios que o país terá de enfrentar.

Segundo Francisco Eduardo Lápido-Loureiro, pesquisador do Centro de Tecnologia Mineral (CETEM) e um dos autores do livro "Fertilizantes, Agroindústria e Sustentabilidade", cerca de 80% das propriedades produtivas brasileiras são de pequenos produtores e baseadas em agricultura familiar, que usam pouca ou nenhuma tecnologia ou fertilizantes.

"Cerca de 60% dos estabelecimentos agrários não aplicam nenhum tipo de fertilizante. Com isso, o país tem um déficit de 900 mil toneladas de fertilizantes nitrogenados, 400 mil toneladas dos fosfatados e os de potássio", diz.

A utilização de insumos minerais, porém, é crescente: o Brasil passou de um consumo de 69 quilos por hectare em 1995 para 132 quilos em 2009. Ao mesmo tempo, os EUA caíram de 184 quilos por hectare para 114 quilos. Diante das perspectivas de crescimento da produção e do potencial de mercado a ser explorado, espera-se um aumento ainda maior na demanda por fertilizantes, cuja taxa de crescimento de 6% ao ano é o dobro da média mundial.

Aumentar a oferta brasileira de fertilizantes é fundamental para o país garantir a continuidade da expansão do seu agronegócio.

"Para atender a esta crescente demanda estão previstos, até 2015, investimentos de US$ 13 bilhões, que representam 15% de tudo o que será investido no mundo na área de fertilizantes", informa David Roquetti Filho, diretor executivo da Associação Nacional de Difusão de Adubos (Anda).

Em termos globais há vários fatores impulsionando o crescimento da demanda por fertilizantes, que deverá ultrapassar 200 milhões de toneladas em 2015 para atender as demandas de alimentos da população, que irá atingir 7,7 bilhões de pessoas. A começar pelo potencial de terras aráveis, limitado a 0,5% ao ano até 2020.

Soma-se a isso o crescimento da população urbana, que tem padrões de dietas mais altos, e as perspectivas de aumento de consumo de grãos, que deverá atingir níveis recordes, exigindo cada vez mais aumento da produtividade devido à limitação de água potável e terras agrícolas.

No Brasil o maior desafio hoje é reduzir a dependência da importação de minerais e macronutrientes, que historicamente atinge 70% dos fertilizantes que o país consome. Segundo a Anda, no ano passado esse percentual caiu para 62%. A produção nacional passou de 3,2 milhões de toneladas em 1990 para 10,1 milhões em 2010, uma expansão de 216%.

As importações ocorrem em função da escassez de insumos utilizados na produção. Em 2010, o Brasil produziu apenas 10% do potássio de que necessita, 23% dos nitrogenados e 55% dos fosfatados.

"Um país com o potencial agrícola como o Brasil não pode ficar nesta dependência", resume Benedito da Silva Ferreira, vice-presidente do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) da Fiesp.

Segundo David Roquetti, da Anda, um dos principais pontos que afetam a competitividade é o ICMS de 8,4%. "Além disso, há problemas sérios de infraestrutura e logística. Um navio que fica parado no porto tem um custo diário de R$ 60 mil", resume.

Apesar das dificuldades, ao menos 13 projetos de novas plantas de fertilizantes ou de produção de minérios como fosfato e potássio estão em curso. Na área de fosfatados são seis projetos. E dois novos projetos no Nordeste, em Santa Quitéria (CE), com investimento de US$ 615 milhões da Galvani; e em Arraias (TO), projeto da MBAC que soma US$ 220 milhões.

No Sudeste são dois empreendimentos, em Patrocínio (MG) e em Uberaba (MG), ambos da Vale , que somam US$ 3,3 bilhões. E há ainda um projeto de US$ 1,2 bilhão da Copebrás, em Catalão (GO). Todos envolvem a produção de rocha fosfática, ácido sulfúrico, ácido fosfórico e fertilizantes do tipo SSP (superfosfato simples, o de menor concentração de fósforo e de menor custo, sendo portanto o mais utilizado e o de maior produção no país); TSP (super fosfato triplo, com alto nível de concentração de fosfato e mais caro) e MAP (mono amônio fosfato, fertilizante binário composto por amônia e ácido fosfórico). No total estão previstos US$ 5,7 bilhões de investimentos e prazo de início de produção variando de 2012 a 2015.

Em potássio, existe apenas um projeto a ser conduzido pela Vale em Sergipe, avaliado em US$ 1,8 bilhão, com capacidade para 1,2 milhão de toneladas e previsão de início de produção em 2015. Com relação aos nitrogenados, seis projetos somam investimentos de US$ 5,35 bilhões. São dois no Nordeste, em Candeias (BA), um investimento de US$ 22 milhões da Proquigel, e Laranjeiras (SE), um investimento de US$ 80 milhões da Petrobras.

A estatal conta ainda com projetos em Três Lagoas (MS), que soma US$ 2 bilhões; Linhares (ES), US$ 2,5 bilhões, e Uberaba (MG), US$ 500 milhões. A Vale tem projeto de US$ 250 milhões em Cubatão. Juntos, produzirão 1,7 milhão de toneladas de amônia, 2 milhões de ureia e 264 mil toneladas de ácido nítrico.

fonte:http://www.suinoculturaindustrial.com.br/

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A agricultura, base da economia de Nova Mutum, é responsável pela atividade de aproximadamente 150 empresas, de forma direta, em funcionamento no município. O número é resultado de pesquisa feita, por Só Notícias, com base no cadastro geral de empresas ativas do município, fornecido pela Coordenação Municipal de Tributação.

Somando o número daquelas que comercializam maquinários, peças e produtos agropecuários em geral, tem-se 35 empresas. Destas, nove possuem estrutura física entre 400 e 900m². Algumas delas integram grupos com atuação em várias regiões do Estado e estão instaladas nas avenidas perimetrais, que margeiam a BR-163.

O levantamento mostra também que 28 fazendas de Nova Mutum possuem CNPJ e atuam como empresas, registradas como agropecuárias. São os empresários rurais, que plantam, colhem e comercializam dentro de um aspecto e técnicas empresariais.

O número de armazéns gerais, entre multinacionais e nacionais, registrados na prefeitura, chega a 19. Comércios atacadistas de cereais são 15, e outras empresas 12 trabalham com a produção de sementes para posterior comercialização.

O município conta ainda com três fábricas de ração, três beneficiadoras de algodão, uma empresa específica de beneficiamento e moagem, um laticínio, três empresas de projetos para planejamento agrícola, quatro viveiros de mudas e oito madeireiras.

No quesito escritório de assessoria e representações, o cadastro geral de empresas ativas do município não especifica com exatidão o tipo de serviço prestado. São 58 empresas com tal especificação. Destas, estima-se que, pelo menos, 50%, sejam relacionadas ao setor agrícola. 

fonte:http://www.sonoticias.com.br

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Domingo, 25.09.11

O eurodeputado português socialista Capoulas Santos irá ser designado segunda-feira, em Estrasburgo, relator do Parlamento Europeu para os principais regulamentos sobre a reforma da Política Agrícola Comum (PCA), disseram à Lusa fontes parlamentares.

Depois de meses de negociações sobre quem recairia a responsabilidade de elaborar a posição da assembleia sobre a reforma da PAC, a escolha recaiu sobre o antigo ministro da Agricultura português e atual porta-voz dos Socialistas Europeus para os assuntos agrícolas, e será confirmada numa reunião segunda-feira à noite da comissão parlamentar de Agricultura, indicaram as mesmas fontes.

Capoulas Santos já havia sido o relator do Parlamento para a revisão intercalar da PAC, em 2008.

fonte:http://noticias.sapo.pt/l

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