Quarta-feira, 26.10.11

Couve, maçã, tomate, uva de mesa, pêra e batata primor. Estas são as seis principais apostas de exportação da agricultura portuguesa, de acordo com um trabalho do jornal Expresso sobre o Portugal Fresh, o espaço português na Fruit Attraction, feira que se realizou na semana passada em Madrid.

Mas antes de falarmos dos produtos, fiquemos com alguns dados. De acordo com o Expresso, a produção portuguesa de frutas, legumes e flores vale hoje 2,3 mil milhões de euros, numa fileira que emprega 26% da mão-de-obra agrícola nacional. Por outro lado, o valor das exportações destes produtos é de 756 milhões de euros, o equivalente a 43,7% do sector agrícola e 2,4% do total da economia portuguesa. Ainda assim, o défice da balança comercial é de €318 milhões.

Saiba agora porque razão a couve, a maçã, o tomate, a uva de mesa, a pêra e a batata primor são as próximas estrelas da agricultura portuguesa:

Couve. As sua exportações valem €10 milhões e garante um saldo comercial positivo – um dos poucos nesta fileira.

Maçã. Com 13.077 hectares e 162.597 toneladas em 2010, os produtores de maçã estão a investir no reforço da produção em todo o País. Na Beira Alta, por exemplo, querem aumentar em 50% a área de frio, para responder à produção de novos pomares.

Tomate. Eis o campeão das exportações hortícolas, com €27,2 milhões só em 2010. Na Primores do Oeste, por exemplo, o volume de negócios rondou os €11 milhões.

Uva de mesa. Portugal exportou 4,5 mil toneladas de uva de mesa em 2010, incluindo uva sem grainha.

Pêra. A pêra – sobretudo a pêra rocha – também está em destaque, sendo o fruto mais exportado, com 79 mil toneladas em 2010. Este é, também, um dos poucos saldos positivos da balança comercial. Em 2011, a pêra deve registar um aumento de produção de 30%, para as 230 mil toneladas.

Batata Primor. Os consumidores do Norte da Europa adoram-na, e os produtores portugueses beneficiam até do facto de poderem fazer duas campanhas por ano. Em 2009, Portugal exportou €115 milhões de batatas… mas importou €231 milhões.

fonte:http://www.greensavers.pt/

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Terça-feira, 25.10.11

Agricultores de vários municípios do Agreste e Sertão de Alagoas conferiram as mais de cem variedades de milho plantadas na fazenda Uruçu, durante dia de campo realizado na semana passada. A ação foi uma parceria da Mineração Vale Verde (MVV), Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri) e empresas agropecuárias.

O dia de campo contou com a participação de estudantes do curso de agronomia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), técnicos agrícolas das Secretarias de Agricultura de Craíbas e Arapiraca, além de agricultores familiares que fazem parte do Programa do Agricultor Parceiro da MVV.

Durante o encontro, os técnicos da Seagri e das empresas envolvidas com as plantações mostraram aos participantes o resultado das dezenas de milhos híbridos cultivados na fazenda, desde o tipo de semente até a quantidade produzida por hectare. Para se ter uma ideia do potencial de produção na localidade, a média em Alagoas é de 11 sacos de 50kg por hectare, enquanto que na fazenda Uruçu a média é de 42 sacos. Esta diferença é alcançada a partir do uso de tecnologia na plantação, o que significa na prática a utilização de sementes de qualidade, produzidas por empresas da região.

“Estamos aprendendo muito com esta parceria”, declarou o diretor-presidente da Mineração Vale Verde, Carlos Bertoni, ao destacar que a intenção da empresa é contribuir para o fortalecimento da agricultura e a produção de alimentos na região. “Nós somos uma empresa de mineração e com os empregos que devem ser gerados, vamos precisar alimentar os trabalhadores e nada melhor que os alimentos sejam produzidos pelos agricultores daqui”, enfatizou Bertoni, acompanhado do gerente da MVV, Jorge Tachibana.

“O que me admira é este sentimento social, a preocupação com quem está no entorno da empresa. Acho que a MVV merece nosso aplauso por esta iniciativa”, ressaltou o secretário da Agricultura, Jorge Dantas, ao se referir ao fato da MVV ceder as terras da fazenda Uruçu para as pesquisas da Seagri com milho e com diversas outras variedade agrícolas, a exemplo de sorgo, girassol, mamona e gergelim.

“Nos orgulhamos muito em ter vocês aqui, fazendo este trabalho para o engradecimento das pessoas da região”, acrescentou o prefeito de Craíbas, Dinho Leite. Além dos mais de 200 agricultores, o dia de campo contou ainda com a presença de dirigentes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), do prefeito de Coité do Nóia, Bueno Higino; do secretário de Agricultura de Arapiraca, Manoel Henrique; do secretário estadual de Articulação Política, Rogério Teófilo e do deputado estadual Ricardo Nezinho.

fonte:http://aquiacontece.com.br/

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Sábado, 22.10.11

A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, disse hoje à Lusa que vai bater-se para que as metas da convergência dentro de cada Estado-membro e entre os 27, na futura política agrícola comum (PAC), sejam paralelas.

Assunção Cristas, que se reúne hoje e sexta-feira, no Luxemburgo, com os seus homólogos da UE, referiu ser este «um ponto muito importante na nossa posição, as metas têm que ser paralelas: convergência internamente, sim, mas ao mesmo tempo que há a convergência entre os Estados-membros».

A proposta apresentada por Bruxelas para a reforma da PAC prevê que a partir de 2019 vigore em todos os Estados-membros um sistema uniforme de pagamento por hectare, a agricultores activos.

Segundo dados da Comissão Europeia, Portugal receberá do primeiro pilar da PAC em 2014 571,2 milhões de euros, estimando-se que em 2019 o envelope nacional chegue aos 603,4 milhões, um aumento de 5,64 por cento.

A convergência entre Estados-membros – ou seja, uma harmonização do valor a pagar por hectare – está agendada para 2028.

Refira-se que Portugal beneficiará ainda com a harmonização entre os 27 das ajudas a pagar no primeiro pilar da PAC, uma vez que o valor destas, que se situa actualmente a cerca de 70 por cento da média europeia, subirá.

A nova PAC prevê ainda para certos Estados-membros - incluindo Portugal - a transferência de fundos do segundo para o primeiro pilar (deixando, assim, de ter co-financiamento).

fonte:Lusa/SOL

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Segundo Helder Muteia, representante da Food and Agriculture Organization (FAO) no Brasil, 925 milhões de pessoas passam fome no mundo, sendo que 10 milhões delas acabam morrendo todos os anos. Os números incentivaram a Associação Brasileira do Agronegócio(Abag) e a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) a organizarem a 3ª Edição do Fórum Inovação – Agricultura e Alimentos para o Futuro Sustentável

O evento, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (20/10) em São Paulo, reuniu especialistas, gestores públicos, executivos e representantes das classes produtoras para discutir alternativas de combate ao problema da fome por meio de soluções inovadoras. “O investimento em pesquisa e tecnologia tem papel fundamental nesta questão”, disse Muteia. 

Para o representante da Abag, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, o Brasil é destaque no mundo por causa de sua capacidade produtiva, qualidade de seus solos e clima favorável. “Mas ainda falta muito para conseguirmos produzir mais, sem deixar de lado a qualidade de nossos alimentos”, disse. João Lammel, presidente do Conselho Diretor da Andef, destacou outro impasse no aumento da produção brasileira de alimentos. “O país enfrenta dificuldades em questões relacionadas à infraestrutura logística. Os produtores também precisam de uma política tributária que os favoreça”, destacou o executivo. 

Mônica Bergamaschi, secretária da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, acrescentou a saúde como consequência direta da má alimentação. “Cerca de 50% da população adulta do Brasil é obesa”, afirmou. Ela tratou ainda da importância de se investir em educação alimentar. “Produzir mais não soluciona o problema. As pessoas precisam aprender a comer bem”, completou. 

O quebra-cabeça “produzir mais e com qualidade” representa desafio e oportunidade de crescimento para o país na opinião de Filipe Geraldo de Moraes Teixeira, representante da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa). “O que favorece o Brasil é que, além de termos água suficiente e solos férteis, nossos agricultores estão interessados em mudar e crescer”, afirmou. Para Teixeira, muito mais do que uma “revolução verde”, com empenho e inovação, o país terá a capacidade de provocar no mundo uma revolução “verde e amarela”, concluiu.

fonte:http://revistagloborural.globo.com/

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O Plano Safra da Agricultura Familiar 2011-2012 foi lançado, na manhã de ontem, pelo governador Simão Jatene e pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, durante a programação da feira Frutal Amazônia e Flor Pará, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. Na solenidade, foram assinados termos para a execução das ações do plano e entregues títulos definitivos de propriedades rurais e três títulos de regularização de área urbana.

O Pará vai receber do Plano Safra R$ 500 milhões para ações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Deste montante, R$ 300 milhões serão destinados para operações de investimento e R$ 200 milhões, para operações de custeio.

“A minha felicidade é grande não apenas pelos R$ 500 milhões que nos foram destinados, mas pela renovação de esperança de que temos que trabalhar assim, nos dando as mãos para enfrentar os nossos dois maiores desafios, que são a pobreza e a desigualdade”, enfatizou o governador.

Com o plano, os produtores rurais paraenses serão diretamente beneficiados, já que terão a estrutura produtiva ampliada e organizada. Segundo o ministro, R$ 35 milhões serão destinados para serviços de assistência técnica e extensão rural.

“As decisões que estamos anunciando aqui são muito importantes para que possamos enfrentar dificuldades históricas que rondam nosso país. O Plano Safra está liberando R$ 16 bilhões para o Brasil e R$ 500 milhões para o Pará”.

Com esses recursos, segundo ele, será possível dar um grande passo na ampliação do acesso à tecnologia de gestão e organização, melhorando a qualidade de vida dos agricultores e garantindo alimentos mais saudáveis e mais baratos para o povo do Pará. (AGÊNCIA PARÁ)

fonte:http://diariodopara.diarioonline.com.br/

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Quarta-feira, 19.10.11

Com um défice comercial de quatro mil milhões e sem margem orçamental, Albuquerque diz que a aposta é levar as pessoas a consumir produção nacional.

Paulo Portas e Passos Coelho não se cansam de o repetir: a agricultura será uma das alavancas para a economia nacional. Com um défice na balança comercial de quatro mil milhões de euros e com os fundos europeus a escassearem, chegou o momento de negociar a nova Política Agrícola Comum para o período de 2014 a 2020. José Diogo Albuquerque, secretário de estado da Agricultura, não tem dúvidas: chegou o momento de a União Europeia mostrar "solidariedade".

O Governo fala na Agricultura como alavanca da Economia, mas a população agrícola portuguesa não pára de diminuir. Como se combate essa tendência?
Desde a adesão à União Europeia o mundo agrícola pode ter descido 40%, no entanto manteve-se o nível de produção. Há um ajustamento. É necessário que exista maior dimensão económica das explorações. Por outro lado, deve-se tentar manter o meio rural dinâmico. Como se faz? Sobretudo através de apoios comunitários às actividades agrícolas.

Em Espanha, no último trimestre de 2010, caiu 5%. Mesmo assim acha que sector agrícola pode ser uma alavanca?
Pode ser uma arma contra o desemprego e ser importante mesmo para quebrar a quebra na economia que temos. Pode estimular exportações, substituir a despesa do consumidor em produtos importados por produtos nacionais. A nossa balança comercial, na agricultura, tem um défice de 4 mil milhões de euros. Se os consumidores consumirem produtos portugueses estão a ajudar a economia. Dai apostarmos tanto em apoios comunitários à agricultura. E é importante os veicularmos bem, e a tempo e horas, para que a agricultura possa contribuir para a economia. Cerca de 10% dos trabalhadores portugueses estão afectos à agricultura.

Mas a subida do IVA não vai ter efeitos muito negativos nos produtores nacionais?
Pode ter. E por isso o este governo insistiu em isentar certos produtos agrícolas e da viticultura, exactamente por que são áreas com dinamismo, onde se consegue exportar. O vinho traz um valor anual para Portugal de mil milhões de euros. Conseguiu-se alguma isenção.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Domingo, 16.10.11

Apesar das condições climatéricas adversas Espanha aumentou de 18,6 (em 2010) para 20,7 milhões de toneladas (em 2011) a produção de cereaisPortugal bateu um recorde, mas pela negativa. Não foi além das 180 mil toneladas.

As condições climatéricas são praticamente as mesmas do lado de cá e do lado de lá da fronteira. Apesar disso, Espanha conseguiu aumentar a sua produção cerealífera na campanha 2010/2011 de 18,6 milhões de toneladas (2009/2010) para 20,7 milhões de toneladas, segundo dados oficiais agora divulgados.

Portugal, por seu lado, conseguiu um feito histórico, mas pela negativa. Produziu apenas 180 mil toneladas de cereais, depois de ter rondado as 600 mil em 2010 e as 800 mil em 2009.

Estes dados até poderiam ser pouco precupantes se não estivéssemos a falar de um bem que está na base de toda a cadeia alimentar.

Pouca gente sabe mas, Portugal, em cada ano, precisa mais ou menos de 4 milhões de toneladas para se alimentar.

Portugueses não querem ser agricultores 


O ano agrícola que agora termina não foi muito favorável em termos climáticos, com muitas chuvas fora de época e algumas em falta quando mais eram precisas, mas, a verdade, é que os agricultores estão a baixar os braços.

Os portugueses não querem ser agricultores e muitos dos que são, estão sempre à espera de uma oportunidade para mudar de vida. Não gostam de trabalhar a terra.

Os dados divulgados no passado mês de maio pelo Instituto Nacional de Estatística mostram quem em 2009 a população agrícola familiar - formada pelo produtor agrícola e pelos membros do seu agregado doméstico, quer trabalhem ou não na exploração - totalizava cerca de 793 mil indivíduos, aproximadamente 7% da população residente, mas menos 36% da população agrícola familiar recenseada há dez anos atrás.

O abandono da terra é um facto. Por muito difícil que seja lidar com esta realidade, a verdade é que os números não deixam margem para dúvidas: as últimas estimativas oficiais apontam para a existência de dois milhões de hectares de parcelas de território abandonadas ou semi-abandonadas em todo o país.

Espanha criou 21.900 empregos na agricultura 


Mas se aqui é assim, ali ao lado, em Espanha, passa-se precisamente o contrário. As pessoas estão a voltar à terra. O desemprego em Espanha continua a aumentar, mas na agricultura está a diminuir.

No último trimestre de 2010 o desemprego na agricultura caiu 10%, face ao trimestre anterior, segundo os dados revelados pelo Instituto de Estatítica espanhol.

O sector agrícola contraria assim todos os outros, em Espanha, tendo criado 21.900 empregos durante todo o ano de 2009. A ocupação de solos para a agricultura cresceu 2,8% face a 2009.

Só nos útimos três meses de 2010 foram gerados mais de 5.050 empregos o que se taduz num crescimento de 6,7% face ao trimestre anterior.

Em Portugal o cenário é este: Nno primeiro trimestre do ano passado trabalhavam 560 mil pessoas no sector, no trimestre seguinte já só eram 541 mil e no final de setembro ainda menos - 539 mil.



Fonte:http://aeiou.expresso.pt/

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Município já é o segundo maior produtor de mamona da Região Norte.
Programa do biocombustível do gverno federal é principal incentivador.

Com a regularidade das chuvas na cidade de Uruoca, Região Norte do Ceará, agricultores esperam colher cerca de 100 toneladas de mamonas em 2011, superando em mais de 13 vezes as sete toneladas colhidas em 2010. O município já é o segundo maior produtor de mamona da região, devido aos incentivos do governo do Estado do Ceará e ao Programa do Biodiesel do governo federal.

Segundo dados da prefeitura, Uruoca tem atualmente 13 mil habitantes, dos quais 70% sobrevivem de agricultura familiar. Atualmente, 300 famílias do município participam do programa do biocombustível e têm na mamona a principal fonte de renda.

“A Petrobras entra com a assistência técnica. São três técnicos (engenheiros agrônomos), cada um com 100 famílias. E o governo do estado entra com o incentivo, para cada hectare plantado são R$ 200,00, que o produtor recebe, limitado a três hectares por propriedade”, explica o secretario de agricultura de Uruoca, Caetano Farias.

De acordo com a prefeitura, Uruoca está em plena colheita da mamona, são mais de 600 hectares plantados. “A gente compra com o dinheiro da mamona tudo o que a gente precisa”, diz o produtor João Climico Lista que vende 100 sacas de mamona, por até R$ 2 mil.

O cultivo da mamona é realizado, preferencialmente, por pequenos produtores da região. Além do plantio de seis meses, os agricultores são responsáveis por separar a casca do caroço que é transformado em biocombustível.

fonte:http://g1.globo.com/

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Sexta-feira, 14.10.11

Comissão Europeia reclama 1,7 milhões a Portugal por fundos mal gastos relativos à política agrícola comum (PAC) da União Europeia.

No decorrer do procedimento de apuramento das contas da Comissão Europeia (CE), o organismo europeu reclama um total de 214 milhões de euros de fundos da política agrícola comum (PAC) da União Europeia indevidamente gastos pelos Estados-Membros.

"Este montante reintegra o orçamento da União em consequência do incumprimento de regras da UE ou da aplicação de procedimentos de controlo inadequados em matéria de despesas agrícolas", refere a CE em comunicado.

Ao abrigo desta decisão, o organismo europeu refere que serão recuperados fundos junto de 14 países, onde figura Portugal, que terá de devolver à CE 1,735 milhões de euros por dinheiros mal gastos no sector das frutas e produtos hortícolas, do desenvolvimento rural e a "a erros financeiros na população do FEAGA e do FEADER no exercício de 2007."

No entanto, as correcções maiores ficam a cargo da Suécia, que terá de devolver à CE 76,6 milhões de euros "devido a fragilidades no sistema de identificação de parcelas agrícolas", e da Itália que terá de devolver 70,9 milhões de euros "devido a controlos tardios no sector do leite."

Recorde-se que nos termos da PAC, "os estados-membros são responsáveis pelos pagamentos e pela verificação das despesas, devendo a Comissão assegurar a correcta utilização dos fundos pelos Estados-Membros", declara a autoridade europeia em comunicado.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Quinta-feira, 13.10.11

O primeiro-ministro anunciou hoje que o Orçamento para 2012 «reduz consideravelmente o âmbito de bens da taxa intermédia do IVA, embora assegure a sua manutenção para um conjunto limitado de bens cruciais» para setores como a agricultura.

Pedro Passos Coelho disse que se vão manter na taxa intermédia de IVA «bens cruciais para setores de produção nacional, como a vinicultura, a agricultura e as pescas», não indicando quais.

«Como garantia aos Portugueses, não haverá alterações na taxa normal do IVA e mantemos os bens essenciais na taxa reduzida, com a preocupação de proteger os mais vulneráveis», acrescentou o primeiro-ministro, numa declaração ao país, na residência oficial de São Bento, em Lisboa, sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2012.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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