Terça-feira, 27.12.11

As variedades mais comuns de milho e o cereal conhecido como pipoca tiveram novos regulamentos técnicos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Os padrões estão descritos nas Instruções Normativas nº 60 e 61, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira (26).

A legislação se refere aos grãos provenientes da espécie Zea mays L. e da subespécie mays(pipoca). O principal objetivo das regras é definir o padrão oficial de classificação do milho, considerando seus requisitos de identidade e qualidade, a amostragem, o modo de apresentação e a marcação ou rotulagem, nos aspectos referentes à identificação do produto.

O padrão técnico de classificação do cereal existia desde 1978, mas não distinguia o milho pipoca das demais variedades. Como esse tipo de grão tem características diferentes e necessita de outros critérios e instrumentos para avaliação, o Ministério da Agricultura decidiu criar uma norma exclusiva para o grão pipoca.

O principal requisito de qualidade do milho dessa variedade é a sua capacidade de expansão (relação entre o volume de pipoca estourada e o peso de grãos utilizado, expresso em ml/g) para se transformar em pipoca, quando submetido à temperatura de aproximadamente 180ºC.

Para uniformizar os critérios de classificação, a área técnica competente da pasta poderá elaborar um referencial fotográfico, identificando e caracterizando os requisitos de qualidade que servirão de base para a classificação do milho pipoca, previstos nessas normas. Ambas entrarão em vigor no dia 1º de julho de 2012.

fonte:http://www.alagoinhasnoticias.com.br/

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Domingo, 18.12.11

Racionalização do uso de insumos e aumento da produtividade são alguns dos resultados da Agricultura de Precisão. Introduzida no Brasil em meados da década de 1990, a Agricultura de Precisão baseia-se em um conjunto de técnicas de gerenciamento agrícola a partir das propriedades do solo e das plantas de uma lavoura.

 

A ideia é obter o maior número de dados e características de um talhão para que o produtor tenha o máximo de aproveitamento de sua área, de maneira sustentável. Para isso, os procedimentos incluem a utilização de aparelhos como GPS, que auxiliam a localizar porções de terra para amostragem. A partir da análise das amostras, podem ser elaborados, por exemplo, mapas de produtividade. Outras técnicas consistem em fotografias aéreas, imagens de satélite e videografia.

 

Com a constante profissionalização do meio rural, a Agricultura de Precisão ganhou espaço no agronegócio brasileiro e conquistou a atenção do poder público. Atualmente, as práticas mais populares no país são relacionadas à aplicação de fertilizantes e corretivos em taxa variável. Para promover o sistema e auxiliar os produtores, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou o Comitê Brasileiro de Agricultura de Precisão.

 

Em 2009, o Mapa lançou uma cartilha sobre a Agricultura de Precisão.

fonte:http://www.expressomt.com.br/

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Terça-feira, 13.12.11

A ministra da Agricultura anunciou esta terça-feira que as ajudas directas aos agricultores estão a ser pagas, na sequência da revisão predial dos terrenos agrícolas, sublinhando que o pagamento esteve «em risco» pelo atraso na elaboração do documento.

«No dia 9 deste mês começámos a fazer os pagamentos das ajudas directas» que «estavam em risco», disse Assunção Cristas citada pela agência Lusa.

«A Comissão Europeia enviou uma carta para Portugal dizendo que se não fizemos a revisão do parcelário [agrícola] não podíamos pagar em Dezembro», explicou.

A ministra falava em Monforte (Portalegre), na Herdade da Torre de Figueiras, à margem da demonstração de uma máquina de colheita de azeitona, desenvolvida pelo Departamento de Engenharia Rural da Universidade de Évora (UE).

«Desde Julho que estamos com as associações de agricultores, com as direcções regionais a fazer os pagamentos, com a ajuda dos agricultores nos casos que é preciso prestar esclarecimentos a fazer toda a revisão do parcelário [agrícola] para chegarmos agora e podermos pagar», rematou.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Segunda-feira, 12.12.11

Habitantes de Beja vão dispor de terrenos para criar as suas próprias hortas na cidade, através de um projeto do município para incentivar a agricultura urbana, regularizar situações de cultivo desordenado e apoiar famílias carenciadas. 

Através do projeto "Hortas Urbanas", o município quer "regularizar situações de cultivo desordenado" existentes no perímetro urbano da cidade e "incentivar a agricultura urbana", disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Beja, Jorge Pulido Valente. 

"Ao permitir a produção própria" de produtos agrícolas, o projeto é também uma "resposta social" para "apoiar famílias carenciadas", frisou, explicando que, no processo de atribuição de terrenos para criação das hortas, o município vai ter "em consideração" a situação económica dos agregados familiares dos interessados e "privilegiar" os mais carenciados. 

O projeto tem "a preocupação de aliviar os orçamentos familiares", já que os interessados vão poder "produzir produtos agrícolas para consumo próprio e, no caso de haver excedentes, até para comercialização", o que irá permitir "obter um complemente ao orçamento familiar", disse. 

As hortas vão "nascer" num terreno situado entre a Urbanização Quinta d'El Rei e o Bairro do Pelame e com cerca de 1,25 hectares divididos por 138 talhões de terreno cultivável, com dimensões entre os 40 e os 80 metros quadrados e regados através de uma nora tradicional. 

Os interessados em criar uma horta terão que se inscrever no Gabinete de Planeamento e Desenvolvimento da Câmara de Beja e a atribuição dos talhões, mediante o pagamento de uma tarifa mensal, vai "privilegiar" as primeiras inscrições, os residentes nas freguesias urbanas da cidade e as situações de "carência económica do agregado familiar" dos candidatos. 

Segundo o município, o valor das tarifas mensais a pagar pelos beneficiários dos talhões "constituirá um fundo comum de reservas", que visa "essencialmente" a manutenção e a conservação do espaço e dos equipamentos. 

"A pensar no ambiente", o sistema de adução de água para regar as hortas vai ser garantido por uma bomba alimentada por um sistema de energia solar fotovoltaica, explica o município. 

Além do abastecimento de água, os hortelões terão acesso a um ponto de luz, a um abrigo comum para depósito de utensílios agrícolas, a um espaço comum para compostagem ou depósito de resíduos orgânicos, instalações sanitárias, zona de primeiros socorros e um painel informativo para divulgação de informação sobre modos de produção e práticas culturais ambientalmente corretas. 

Segundo o município, "a sustentabilidade é o conceito-chave" do projeto e nas hortas prevê-se apenas a prática de agricultura em modo de produção biológica, ou seja, sem a utilização de produtos químicos e promotor de ecossistemas naturais. 

Neste sentido, o município vai promover um curso de agricultura em modo de produção biológica, que irá incluir aulas práticas sobre vários temas, como conservação do solo, horticultura e nutrição

fonte:http://www.regiao-sul.pt

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Domingo, 11.12.11

A partir do ano que vem, o comércio do trigo no Brasil deve entrar numa nova fase. De acordo com uma instrução normativa do Ministério da Agricultura, as compras do governo vão exigir um padrão mínimo de qualidade.

Até agora, os leilões do governo para o escoamento do trigo levavam em conta na classificação apenas o tipo e o peso do produto. A partir de primeiro de julho de 2012, vai ser acrescentado um novo critério: a qualidade. Para isso, será usada uma escala que mede a força do glúten. Essa substância é formada pelas proteínas que existem no grão e que permite o crescimento da massa durante o cozimento.

Em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, o produtor Mauro Casanova sempre plantou trigo tipo pão, com força de glúten na faixa de 180. A nova medida, que vai entrar em vigor no ano que vem, passou esse valor mínimo para 220. Se a normativa fosse aplicada na safra deste ano, o trigo na lavoura dele ficaria abaixo da qualidade exigida e ele não poderia participar dos leilões oficiais e receber os subsídios do governo.

O agrônomo André Rosa afirma que um reforço na adubação pode resolver parte do problema: "A gente tem que caprichar um pouquinho mais. Se possível aplicar um pouco mais de nitrogênio e dividir em duas ou três vezes essas aplicações.”

A Embrapa está pesquisando novas variedades que possam melhorar o teor de glúten do trigo. A agrônoma Eliana Guarienti reconhece que haverá dificuldades no início: “Num primeiro momento o impacto será mais negativo. Todos os setores têm que se adequar. Começando pela pesquisa, agricultores, produtores de sementes. A longo prazo vai ser bom, mas num primeiro momento vai ter uma série de dificuldades para transpor.”

O presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, Carlos Speroto, diz que já fez um pedido ao governo para que a portaria valesse somente a partir de 2013. O Ministério da Agricultura informa que ainda não recebeu o pedido e esclarece que essa instrução era pra entrar em vigor agora em julho e já foi adiada em um ano, para julho de 2012.

fonte:http://www.correiodoestado.com.br/

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Segunda-feira, 05.12.11

A instabilidade no preço do arroz e os problemas enfrentados com a irrigação foram tema de uma reunião entre os rizicultores de Forquilhinha, o deputado José Milton Scheffer, o prefeito Lei Alexandre e o secretário de Agricultura de Forquilhinha, Dimas Kammer. De acordo com os agricultores, o preço mínimo estabelecido pelo governo, R$ 25,80 a saca, não cobre os custos da produção.

Além disso, a safra que vem do Mercosul com uma carga de impostos menor que a brasileira tira do mercado o produto nacional. Outro ponto levantado foi a irrigação da safra, sendo proposta pelos agricultores a construção de uma represa no Rio São Bento para ser usada somente na agricultura.

Para o deputado José Milton Scheffer, é importante reunir lideranças de outros municípios e buscar soluções com o Estado. “Nós temos que ter mais garantias na agricultura, tanto do valor oferecido pelo mercado quanto com os fenômenos naturais, como é a questão da água”, destacou.

A reunião finalizou com o incentivo dos líderes políticos presentes para a realização de uma manifestação pela melhora no preço do arroz ou para que o Governo encontre uma forma de escoar a safra. E com o compromisso de iniciar um estudo da área, em parceria com a Epagri, onde poderá ser construída a represa.

fonte:http://www.atribunanet.com/

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