Sábado, 22.10.11

A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, disse hoje à Lusa que vai bater-se para que as metas da convergência dentro de cada Estado-membro e entre os 27, na futura política agrícola comum (PAC), sejam paralelas.

Assunção Cristas, que se reúne hoje e sexta-feira, no Luxemburgo, com os seus homólogos da UE, referiu ser este «um ponto muito importante na nossa posição, as metas têm que ser paralelas: convergência internamente, sim, mas ao mesmo tempo que há a convergência entre os Estados-membros».

A proposta apresentada por Bruxelas para a reforma da PAC prevê que a partir de 2019 vigore em todos os Estados-membros um sistema uniforme de pagamento por hectare, a agricultores activos.

Segundo dados da Comissão Europeia, Portugal receberá do primeiro pilar da PAC em 2014 571,2 milhões de euros, estimando-se que em 2019 o envelope nacional chegue aos 603,4 milhões, um aumento de 5,64 por cento.

A convergência entre Estados-membros – ou seja, uma harmonização do valor a pagar por hectare – está agendada para 2028.

Refira-se que Portugal beneficiará ainda com a harmonização entre os 27 das ajudas a pagar no primeiro pilar da PAC, uma vez que o valor destas, que se situa actualmente a cerca de 70 por cento da média europeia, subirá.

A nova PAC prevê ainda para certos Estados-membros - incluindo Portugal - a transferência de fundos do segundo para o primeiro pilar (deixando, assim, de ter co-financiamento).

fonte:Lusa/SOL

publicado por adm às 17:43 | link do post | comentar | favorito
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